Este carinho me foi enviado por uma amiga mais que especial: Franciete.
Que bom poder contar com amigas como você.
Adorei a surpresa.
Mimos do Valter Poeta e
da Izis cartões.

Sugiro uma visita a estes artistas:

E a grande artista:
Este carinho me foi enviado por uma amiga mais que especial: Franciete.
Que bom poder contar com amigas como você.
Adorei a surpresa.
Mimos do Valter Poeta e
da Izis cartões.

Sugiro uma visita a estes artistas:

E a grande artista:
Meu mundo era do tamanho do meu quintal. O céu era o limite. Ali fazia descobertas incríveis. Observava o trabalho de formigas, o crescimento das hortaliças e frutas, brincava e virava cientista quando descobria uma larva ou outro inseto qualquer.
A vida andava devagar. Num mundo só de adultos o que me restava, além das excursões pelo quintal, era balançar. Ora num balanço ora numa rede ou deitar-me numa cadeira do tipo espreguiçadeira e espreitar o céu. Gostava de imaginar formas para cada uma das nuvens e à noite olhava a Lua e tentava ver São Jorge em seu cavalo. Admirava a luz piscante das estrelas mas nunca me passara pela cabeça o significado de universo.
Para mim, quando chovia chovia em todo lugar, quando fazia sol era sol em todo lugar. Imagine a surpresa, quando lá pelos 8 ou 9 anos, a professora começou a dizer que enquanto em alguns lugares as pessoas aproveitavam a luz do sol em outros países já era noite e que mesmo chovendo, havia sempre céu azul e muito sol acima das nuvens. A palavra infinito era tão enigmática quanto o próprio universo.
Começava assim a minha descoberta de mundo. Saía do meu mundo infantil e entrava para o mundo adulto onde havia mais mistérios que eu supunha.
Água salgada? Parecia loucura. Ir à Lua? Utopia.
A sede de mais saber foi sendo saciada através de leituras. Os livros passaram a ser amigos inseparáveis.
Júlio Verne… Li quase todos seus livros. Fui à Lua, conheci o centro da Terra e passei dias num submarino, mas o que mais gostei foi viajar pelo mundo numa corrida maluca e conhecer países e culturas diversas. Sua fértil imaginação combinava com a minha condição infantil e mal sabia eu que suas histórias, que nada mais eram que ficção baseadas em possibilidades, viriam a se tornar realidade em tão pouco tempo.
Monteiro Lobato… até matemática e gramática se podia aprender através das histórias.
Conheci o sertão nordestino e a fome que secava vidas e, ainda teimavam em sobreviver, pelas mãos de Graciliano Ramos.
Hoje, as informações estão cada vez mais acessíveis. Temos a internet e programas que fazem qualquer crianças compreender o funcionamento do universo em segundos, mas a quantidade tem prejudicado a qualidade.
Quando o alimento é muito cozido é fácil de ser digerido porém não é tão saboroso nem tão nutritivo.
Aprender devagar e dar o devido tempo para a acomodação e a reflexão são imprescindíveis. Este tempo nos faz olhar a vida com mais atenção, a ser mais tolerantes, a respeitar o tempo de cada um e de cada coisa.
A fruta colhida a seu tempo é sempre mais saborosa.
O Hospital Mário Penna em Belo Horizonte, que cuida de doentes de câncer, lançou um projeto sensacional que se chama
"DOE PALAVRAS".
Fácil, rápido e todos podem doar um pouquinho.
Você acessa o site http://www.doepalavras.com.br/, escreve uma mensagem de otimismo,
curta (como twitter) e sua mensagem aparece no telão para os pacientes que estão fazendo o tratamento.
Pessoal, é muito linda a reação de esperança dos pacientes.
Participem, não apenas hoje, mas, todos os dias, dêem um pouquinho das suas palavras e de seus pensamentos.
Compartilhem a boa palavra!
Para ajudar com a luta contínua contra os mosquitos da dengue e a dengue hemorrágica, uma idéia é trazê-los para uma armadilha que pode matar muitos deles.
O que nós precisamos é, basicamente:
200 ml de água,
50 gramas de açúcar mascavo,
1 grama de levedura (compra na loja de produtos naturais)
e uma garrafa plástica de 2 litros
A seguir estão os passos a desenvolver:
1. Corte uma garrafa de plástico no meio. Guardar a parte do gargalo:
2. Misture o açúcar mascavo com água quente. Deixar esfriar depois e despejar na metade de baixo da garrafa.
3. Acrescentar a Levedura . Não há necessidade de misturar. Ela criará dióxido de carbono.
4. Colocar a parte do funil, virada para baixo, dentro da outra metade da garrafa.
5. Enrolar a garrafa com algo preto, menos a parte de cima, e colocar em algum canto de sua casa.
Em duas semanas você vai ver a quantidade de mosquitos que morreu lá dentro da garrafa.
Além da limpeza de suas casas, locais de reprodução do mosquito, podemos utilizar esse método muito útil em escolas, creches, hospitais e residências.
Não se esqueça da dengue.
DIVULGUE!!!
Recebido por email.
Sempre é bom divulgar receitas simples que podem ajudar no combate.
Um arzinho frio entra pela janela
trazendo com ele um arrepio.
O sol não está no horizonte
nem me espera com seu abraço quente.
Nuvens cinzas mancharam o azul do céu.
Manhã de outono prenunciando o inverno.
Nenhum pássaro entou seu canto matinal
os bem-te vis não vieram para seu costumeiro banho.
Acomodados nos esqueletos dos ramos
parecem tristes como eu.
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Uma melancolia paira no silêncio.
Sozinha com meus pensamentos
tomo meu café da manhã.
Olho através da vidraça
o jardim e a grama verde.
Num cantinho uma surpresa.
Uma linda rosa desabrochou.
Parece que sorri
imagino que me possa estar dizendo:
Bom dia!
Egocentrismo meu?
Talvez…
Mas, somos só nós duas.
Uma a olhar para a outra.
Vou ao seu encontro
faço-lhe um carinho de gratidão.
Recebo de volta a maciez de suas pétalas
e o seu doce perfume.
Sua cor rubro negra
parece me dizer que se pode renascer
e ser bela
e fazer o dia mais bonito
mesmo em meio à dor e ao sofrimento.
Agradeço por esta gentileza da natureza.
Sua presença diz também que
embora pareçam tristes e cinzentos os dias
sempre haverá algo de bom à nossa espera.
Basta olhar para o lugar certo
e enxergar com os olhos do coração.
“Séculos atrás, quando o mundo conhecido era menor que o pergaminho no qual seu mapa era traçado, os cartógrafos faziam a figura de um dragão na borda do rolo.
Era um aviso para o explorador: a partir dali ele estaria entrando em território desconhecido por sua conta e risco.
Infelizmente, alguns tomavam a marca ao pé da letra, temerosos de se aventurar por novos mundo. Outros mais ousados, viam no dragão um símbolo de boas oportunidades, uma porta para terras virgens.
Todos nós temos na cabeça um mapa mental do mundo. É a informação que usamos para enfrentar o dia-a dia. Assim como na antiguidade, nossos mapas também têm dragões. Eles representam tudo o que, por algum motivo, não queremos ousar ou levar adiante. Talvez seja o medo de falar em público, o receio de ir a uma festa onde não conhecemos ninguém, a dificuldade que temos diante de um esporte… Às vezes esses dragões têm razão de ser, outras servem apenas para inibir o explorador e afastá-lo do caminho da descoberta.”
Roger Von Oech em seu livro “ Um chute na rotina”, sugere que sejamos um explorador, que ousemos, que quebremos a rotina para descobrir algo maior e talvez melhor.
Quantas oportunidades não perdemos por medo de mudanças? Quantas vezes não nos acomodamos, infelizes, por falta de iniciativa?
Ousar não significa agir impensadamente. Nenhum explorador partia para possíveis aventuras sem antes preparar-se e estudar todas as possibilidades. Quem assim o fez certamente não chegou a lugar algum.
Quando pequena, na escola, diziam-me que o Brasil fora descoberto ao acaso. Na verdade, o comandante da frota sabia exatamente o que estava fazendo quando aqui chegou.
Somos todos integrantes desta nave e podemos escolher entre ser comandados ou comandar. Devemos assumir as rédeas de nossa vida, assumir os riscos.
Certamente é muito cômodo deixar as coisas acontecerem e ficar assistindo de camarote mas, se quisermos ser protagonistas, devemos encarar o palco e mostrar a cara, estar sujeitos à chuva de ovos e tomates ou receber aplausos.
Somos nós que escolhemos o que queremos ser.
Pode custar caro a ousadia mas você nunca saberá se vale a pena ou não se não tentar.