quarta-feira, 10 de setembro de 2008

Curriculum

Cargo: contador

Curso: Ciências contábeis.

Características: cabelos crespos, castanhos, certa calvície,comprometido, comedido, calmo, confiável,conservador,capacitado,chefia e comando.

Capacidade concernente: cálculos, controles contábeis, caixa, conta-corrente, custos, contenções, cotações, câmbio, contra-cheques, cartas, correspondências comerciais,cautelas, contendas, contratos, cláusulas contratuais, convênios, consignações, cadastros, catálogos, cauções, citações circulares, cancelamentos, contribuições, contribuintes comerciais e civis, coletoria, cumprimento calendário, coligações, conhecimentos contábeis, curso computação.



Considerando convocação como certa, considerarei circunstâncias contratuais, como : condutas, convênios, contratos, cifrões...

Caso convenha a conceituada companhia, conversarei com certeza, com chefe central.

Confesso-me confiante e convicto.

Circuncrevo-me cordialmente:



Cláudio Camargo.





Claro que com tantos "c" só poderia ser uma brincadeira este curriculum.

Brincadeira que que se pode fazer com nossa língua portuguesa.

Mas nesse mundo doido, onde tudo o que se tem ainda é pouco para conseguir um emprego sem um "QI", quem sabe um pouco de humor não poderia ajudar nosso candidato?!

segunda-feira, 8 de setembro de 2008

A idade certa


"Existe somente uma idade certa para a gente ser feliz.

Somente uma época na vida de cada pessoa em que é possível sonhar e fazer planos e ter energia bastante para realizá-los a despeito de todas as dificuldades e obstáculos.

Uma só idade para a gente se encantar com a vida e viver apaixonadamente e desfrutar tudo com toda intensidade, sem medo nem culpa de sentir prazer.

Fase dourada em que a gente pode criar e recriar a vida à nossa própria imagem e semelhança e vestir-se com todas as cores, e experimentar todos os sabores, e entregar-se a todos os amores sem preconceito nem pudor.

Tempo de entusiasmo e coragem em que todo desafio é mais um convite à luta que a gente enfrenta com toda a disposição de tentar de novo, de novo e de novo, e de quantas vezes for preciso.

Essa idade tão fugaz na vida da gente chama-se PRESENTE e tem a duração do instante que passa..."

( Autor desconhecido)

quinta-feira, 4 de setembro de 2008

Parabéns


Setembro!
Mês de aniversários aqui em casa.
Meus dois filhos e eu fazemos aniversário na mesma semana, sendo que um deles aniversaria junto comigo.
Quer presente melhor pra uma mãe!
Também fui agraciada porque não são somente filhos normais, desses que dão traballho, se rebelam... ou coisas normais...
nem sou mãe coruja, dessas que ficam elogiando sem merecimento.
Ademais sou virginiana como eles ... assim sendo, estamos mais para criticar do que para elogiar mas, quando o fazemos, podem acreditar é de verdade, é de coração.
Bem, o que quero dividir hoje com vocês aconteceu há dois anos.
Como todos os anos, fazemos uma comemoração única, principalmenmte agora que cresceram e estão longe de casa.
Assim, escolhi um domingo que estivesse entre os aniversários para comemorar e resolvi fazer uma surpresa para ambos.
A surpresa era coisa de há muito pensada e planejada.
Quando nasceu meu primeiro filho, minha sogra (que eu adorava como a uma mãe) lhe deu de presente um par de botinhas brancas, dessas de bebezinho.
Era tão pequenina que ele as usou quando tinha apenas 3 meses... depois não serviu mais.
A botinha continuou novinha e a guardei .
Três anos mais tarde nasceu meu segundo filho e, minha sogra quis presenteá-lo com outra botinha.
Disse-lhe que não era necessário, já que a primeira estava novinha.
Ela deu outro presente e, meu segundo filho também usou a mesma botinha, por volta dos três meses de idade.
Novamente a botinha foi guardada na caixinha como um objeto muito valioso, e o era, sem dúvida alguma.
Não por seu valor material, mas por ser um presente da avó.
Ela ficou guardada por 26 anos.
Sim, durante todo este tempo, eu a guardei com um único objetivo e, em 2006, eu o realizei e divido agora com todos o que aconteceu neste dia.
Eles não faziam idéia do que os aguardava...
A festa foi mesmo uma surpresa...
Fizemos o tradicional churrasco.... convidei parentes e amigos e tudo corria normal, até...
que finalmente chegou a hora do bolo e dos parabéns...
Sobre a mesa havia duas caixinhas iguais e eles não faziam idéia do conteúdo, nem do que viria a seguir.
Dias antes do evento eu mandara "eternizar" as botinhas.
Sabe, aquele banho de metal que se dá e a peça se transforma parecendo uma escultura.
Fica dura como o metal que foi utilizado para o seu banho.
Assim elas viraram, digamos, um troféu...
Que não se deteriorará e poderá ser guardado para todo o sempre ...
até para futuras gerações.
Um presente para sempre.
Também fiz um pequeno "discurso" que transcrevo agora:

"Comemoramos hoje o aniversário do Henrique e do André.
Gostaria de dar a eles uma pequena lembrança.
Realmente o presente é bem pequeno e posso dizer que é, em parte igual e em parte diferente, porém se completam.
Meus filhos também são assim.
À primeira vista são totalmente diferentes.
Por exemplo:
Henrique se parece, fisicamente com o pai: alto e magro.
André se parece comigo: tem uma estatura mais baixa e é mais forte.
Henrique gosta de silêncio, André, de barulho.
Henrique fala um pouco alto e o André, bem... um pouco difícil entender o que ele fala...
O Henrique não suporta o "puts puts" das músicas que o André costuma ouvir e, André não é muito ligado nas músicas do Gabriel Pensador, um dos ídolos do Henrique.
Henrique não toma leite, André adora.
Henrique gosta de comida chinesa, André de fast-food.
Um é caseiro, o outro é festeiro.
Um só usa roupas de tons claros o outro sempre gostou de cores fortes.
Henrique prefere roupas tradicionais, beirando ao clássico, André de roupas moderninhas.
Um sempre foi ordeiro, não gosta de coisas fora de lugar, o outro, bem...melhor não dizer.
O Henrique é um gozador, mas o faz sempre com muita inteligência, André não gosta muito de gracinhas, mas é mais aberto às amizades.
Henrique é, digamos, "munheca", André "mão-aberta".
Um prefere carro básico, mas novo; o outro, prefere carro mais potente e não se importa se não é novo...
O Henrique é mais contido, o André mais emotivo.
Mas, mesmo parecendo tão diferentes, eles são também muito parecidos.
Ambos são lindos! Pelo menos para mim, tanto fisicamente quanto como seres humanos.
São muito família!
"Tipo: um por todos e todos por um."
São virginianos, palmeirenses, adoram matemática, informática, fórmula um, pipoca e chocolate.
Nenhum dos dois fuma e a bebida preferida deles é refrigerante.
Ambos são responsáveis ao extremo, trabalhadores, honestos e confiáveis.
Tem também gostos parecidos e muitas vezes já coincidiu de comprarem coisas exatamente iguais, mesma marca, modelo e cor, mesmo estando a quilômetros de distância e sem saber que o outro também havia comprado.
Posso dizer que são como duas faces de uma mesma moeda.
Moeda valiosíssima, dessas que nem colecionador pode possuir... raríssima.
Para terminar quero ressaltar uma outra diferença:
Henrique é destro, chuta com o pé direito e André é canhoto.
Assim sendo, o pé de apoio do Henrique é o esquerdo e o do André é o pé direito.
Mas, porque digo isto agora?
Porque quero entregar agora o meu presente.
Um presente que está guardado há muito tempo e tem um valor enorme porque foi o primeiro presente que a avó de vocês lhes deu.
Cada um ficará com um pé, que além de servir de lembrança da infância espero poderá
servir como amuleto da sorte também.
Espero que eles os ajudem a "marcar muitos gols na vida".
Quero que saibam que cada um está recebendo o pé com o qual tem mais habilidade e que se lembrem que o outro pé da botinha, aquele que seria o pé de apoio, estará com o irmão.
Assim se lembrarão sempre que é no irmão que deverão se apoiar, é no irmão que terão um porto-seguro nas horas difícieis, que o irmão será sempre o ponto de referência.
Desejo que vocês tenham um longo e feliz caminho pela frente e que este sapatinho, com o qual começaram a afirmar suas perninhas, possa lembrá-los sempre do quanto já fora longa a caminhada dos seus avós e pais e do quanto vocês terão de caminhar para se tornar sempre dignos e um dia poder servir de exemplo e orgulho para seus filhos.
Parabéns e felicidades sempre!"

segunda-feira, 1 de setembro de 2008

Alguém já disse


Campeões não nascem sabendo. E não são feitos da noite para o dia.

Existe um longo caminho a percorrer até alcançar as vitórias.

Nem sempre o percurso é fácil. mas qualquer um de nós, se tiver vontade e determinação, pode chegar lá.

Não conheço nenhum campeão que não seja dedicado ao seu trabalho.

Precisamos ter paixão pelo que fazemos.
Numa final de campeonato não importa quantos gols perdemos, o que importa é quantos gols marcamos.

Os outros não são adversários. São simplesmente motivações que criamos para superar nossos limites.

Tudo que um sonho precisa para se tornar realidade é alguém acreditar que ele possa ser realizado.

O campeão sabe que existem tesouros cujos valores são inestimáveis.

Tesouros que não podem ser jogados fora. A honra, a ética e a lisura são alguns deles.

Saber criar metas é uma das maiores qualidades dos campeões.

Crescer e ajudar os outros a crescerem é a maior das vitórias.

Desperdício é tudo aquilo que nos tira do rumo, que nos distrai da meta final.

Grandes riscos fazem parte de grandes vitórias.

Chegar ao topo não garante a permanência entre os primeiros.

Os princípios têm de ser sólidos porque ele serão a base das vitórias duradouras.

Só resolvemos problemas quando somos maiores que eles.

Mais importante que o desejo de mudar é o comprometimento com a mudança.

Inicie o processo de mudança por você.

Essa é a maior de todas as revoluções possíveis.

Nada há de permamente, exceto a mudança.

Nunca abandone un sonho, porque abandonar um sonho é a mesma coisa que abandonar você.

Tudo que um sonho precisa para se tornar realidade é alguém acreditar que ele possa ser realizado.

Sucesso é ser feliz!
*****
Obrigada pelo selinho Sonia! Adorei!

sábado, 30 de agosto de 2008

Acorda Brasil!

Ser professor no Brasil não é tarefa fácil.
Precisa acreditar, acima de tudo, no futuro.
Acreditar que você pode ajudar a mudar, a transformar a realidade.
Comece fazendo a diferença de ao menos um aluno, quem sabe de uma classe de alunos...
Se todos pensarmos assim, em breve, teremos uma nação de pessoas mais conscientes, mais preparadas e menos sujeitas aos engodos, principalmente na época das eleições.
Quando eu era criança, diziam que o Brasil era o país do futuro mas, hoje, creio que se o país não acordar e se levantar do seu "berço esplendido" perderá o bonde da história e estará sempre correndo atrás, contentando-se com migalhas.
A história comprova.
Países, mesmo seriamente destruídos pela guerra, que investiram em educação conseguiram se levantar e, menos de meio século depois, conseguiram fazer parte das grandes potências mundiais.
Países pequenos, com escassos recursos naturais... Mas souberam investir naquilo que têm de melhor : o ser humano.
Acabamos de assistir as Olimpíadas.
A Inglaterra, país que sediará a próxima, já começou a investir em atletas e já colheu frutos nesta edição de 2.008.
Já disse também que, quando era menina, na minha casa havia um pomar e no pomar havia jaboticabeiras, pois bem... para elas frutificarem era necessário que todo dia a regassem.
Sem a água elas não floriam e nem davam frutos.
Elas tinham dentro de sí o potencial, mas era necessário condições favoráveis, e uma delas era essencial: a água.
Na Itália, país territorialmente menor comparado ao nosso e, com pouco mais de um terço de habitantes que o Brasil, sempre figura entre os melhores colocados na classificação por medalhas nestes jogos.
Fiquei sabendo que lá os atletas são patrocinados pelo estado isto é, são considerados funcionários públicos, recebem salário para treinar.
Assim, tendo sustento para a família, podem se dedicar mais aos esportes.
No Brasil, tirando os esportes coletivos como futebol, volei, basquete... ou então aqueles, onde a família "paitrocina" o que temos são atletlas que correm sem calçados adequados, em estradas rurais ou então o praticam depois de horas de trabalho, quando já estão exaustos e, muitas vezes pressionados pelas dificuldades financeiras.
Muitos precisam optar pelo emprego ou pelo esporte... e para não morrer de fome ou deixar a família em dificuldades acaba "largando".
Perdemos assim , na maioria das vezes um talento, uma pedra bruta que poderia valer ouro se fosse trabalhada.
E isso não ocorre só nos esportes, ocorre também com outros artistas, inclusive com escritores. Assim já escreveu nosso saudoso Orígenes Lessa em seu , talvez mais famoso livro: O feijão e o sonho.
Outro dia assisti a uma reportagem na TV.
Fizeram o encontro de dois artistas de circo mambembe, daqueles que só se apresentam no interior, onde os artistas são membros de uma única família e se revezam fazendo os vários números circenses e entre as tarefas cotidianas.
Eles foram levados para assistir a um espetáculo do Circo di Soleil.
Maravilhados com o espetáculo que presenciaram e, com todas as roupas e corpos perfeitos dos artistas-atletas, com certeza se sentiram o pior dos piores.
Depois do espetáculo o repórter fez as apresentações e nossos brasileiros, encabulados, quase se desculparam por serem artistas também.
Primeiramente, o artista do circo famoso, mostrou todas as suas habilidades.
O rapazote, que acompanhava o pai e, era entre outras coisas o trapezista do circo brasileiro, olhava deslumbrado.
Depois, foi a vez dele.
Muito magro, ficou estranho dentro das roupas que lhe ofereceram e, um tanto desenchabido, foi demonstrar aquilo que fazia cotidianamente no circo das família.
Então a surpresa!
O artista famoso, estupefato, não teve coragem de repetir os movimentos do nosso trapezista. Eram movimentos muito difícieis e arriscados.
Nosso conterrâneo foi invejado pelo talento natural.
Talvez nem ele soubesse o valor que tinha, mas como saber se ninguém te valoriza?
Assim vamos perdendo nossa maior riqueza.
Quando não conhecemos nosso potencial humano, quando não damos oportunidades para que talentos se desenvolvam, perdemos todos...
A educação é a chave de tudo, é a ferramenta que abre portas para o conhecimento.
O conhecimento gera oportunidades e dá forças para reinvindicar.
Mas parece que no Brasil isso ainda é perigoso.
Outra pesquisa mostrou que, dos prefeitos que investiram maciçamente em educação, somente 20% deles conseguiram se reeleger.
Os outros 80% ,que distribuíram bolsas "auxilio qualquer coisa", foram reeleitos.
Enquanto a ignorância continuar será sempre bom para políticos interessados em sí próprios.
Triiiiiiimmmmmmmmmmmmmmmm!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Acorda Brasil!
Não podemos ficar deitados eternamente em berço esplêndido!

quarta-feira, 27 de agosto de 2008

Gatos? Melhor não tê-los!

"Gatos? Melhor não tê-los!
Mas se não tê-los como sabê-los?"
Como já disse adoro animais, especialmente gatos.
Desde criança tenho tido vários mascotes: cães, gatos, porquinhos da Índia, e pasmem... até cabritos.
Adoro natureza: sítios, fazendas, animais como porcos, vacas, cavalos...mas nunca sonhei em ser fazendeira.
Motivo: jamais criaria um animal para vendê-lo ou para matá-lo.
Não posso nem pensar que aquele bezerrinho de grandes e doces olhos, que acabou de nascer e mal se aquenta em pé, um dia pode virar carne dependurada num açougue qualquer ou aqueles porquinhos redondinhos e rosadinhos virarem pururuca...
Nem pescar eu gosto! Imagine aquele lindo peixinho se debatendo para fugir do anzol e ofegante por não poder respirar fora d'água...esperando pra morrer...
Só de pensar me vêm lágrimas aos olhos.
Alguns poderiam me perguntar: ès vegetariana? não comes carne?
Não.
Sou onívora... como de tudo, mesmo porque se levasse em conta tudo o que sinto não poderia comer nem mesmo vegetais já que são seres vivos também.
O que não posso é presenciar o sofrimento dos bichinhos... não posso conhecê-los em vida.
Mas, e os gatos ? Onde é que entram nesta história?
Gatos sempre foram meus companheiros fieis, mais que cachorros.
Tive muitos, de todas as cores e raças.
Atualmente tenho dois: uma gata siamês e um gato mestiço siamês.
Nem preciso dizer que são lindos... e folgados... como todos os outros... mas são especialmente inteligentes.
Há quem diga que os cães são mais inteligentes... eu discordo.
Gatos são muito mais. Sabem por quê? Porque só fazem aquilo que querem , quando querem e, ainda por cima, te põem pra trabalhar por eles.
Meus gatos já estão bastante idosos: Fofa tem 17 anos e White tem 16 anos.
Nesse tempo todo já deu pra conhecê-los muito bem... São totalmente diferentes.
Fofa é una senhora intransigente, de pouca "conversa". Quase não se ouve seu miado. Raramente o faz e, mesmo assim, é tão discreto que mais parece um cochicho.
White é espaçoso, gosta de afrontá-la e quer sempre dormir no lugar onde ela está.
Miador por natureza é um verdadeiro despertador da casa.
Assim que clareia o dia lá está ele na porta do quarto com seu miador aberto a todo pulmão e não pára até que alguém lhe abra as portas.
Os dois têm hábitos e gostos diferentes.
Fofa é bastante resistente e raramente precisa visitar o veterinário.
White (ao contrário) é como um bebê, qualquer ventinho frio ou qualquer pinguinho de chuva é um Deus nos acuda. Já fica rouco, resfriado e outras coisas.
Ah... é alérgico também.
Moramos em uma cidade onde a cultura da cana é a principal economia e na época da safra ocorrem muitas queimadas, assim o ar seco de agosto mais o pó de carvão o fazem sofrer um bocado.
Teve um tempo em que eu o levei, por mais de 6 meses, num grande hospital universitário especializado em animais que o estudaram por dentro e por fora.
Tudo por conta de uma espécie de gastrite...
Sempre que comia alguma coisa ( ração) ele botava fora e isso para ele era o fim... ficava dias sem comer mais nada com pavor de vomitar de novo... com isso emagrecia ...
Bem, isso virou rotina ... e nada de descobrirem o que ele tinha...
Dos 7 quilos que pesava chegou a cair para apenas 3.
Todos o davam como morto, aliás coisa que só não aconteceu porque numa das intervenções eu estava junto com os veterinários, acompanhando a endoscopia e colonoscopia quando vi sua boca arroxear por falta de oxigênio... foi um sufoco pra ele "reviver".
Precisou até ficar numa incubadora para poder reaquecer seu corpo que ficou gelado...
Bem este é meu White: manhoso, dependente, carente e espaçoso mas também um grande companheiro.
Está sempre comigo, especialmente quando estou junto ao computador ... è um amigão.
Sabe a hora certa de pedir carinho e também de te fazer um agrado. Só que às vezes exagera e acaba mordiscando sua perna.
Fofa é uma senhora elegante, delicada, que se comunica com o olhar.
Sabe se impor e também pedir.
É espantoso como reconhece algumas palavras e consegue agir de acordo com o que lhe é dito. Alguns poderão dizer que é puro condicionamento.
Eu tenho minhas dúvidas. Meu filho diz que eu coloquei um chip dentro do seu cérebro porque ela só atende aquilo que eu falo... mas no fundo mesmo, acho que ela compreende muito bem a linguagem do amor.
Neste final de ano ela completará 18 anos e se fosse gente já poderia tirar carteira de motorista. Acho que o que ela vai precisar mesmo é aprender a manobrar um skyte, pois do jeito que ela está gorda e sem forças até pra subir no sofá, logo logo vai precisar de um, motorizado, pra fazer um giro pelo quintal.
Voltando ao título:
Melhor não tê-los, se você não tem tempo suficiente para eles, para acompanhá-los, para cuidá-los, para curtí-los...
Como sabê-los? Somente adotando um e cuidando com atenção poderás descobrir uma vida cheia de alegrias e muitas lambidas de carinho.
Bem... Gatos à parte, todos os animais são importantes.
A vida no planeta depende deles.
Todos fazem parte de uma coisa muito importante chamada cadeia alimentar.
Devemos protegê-los: seja doméstico ou selvagem, manso ou feroz.
Todos têm direito à vida, inclusive nossos descendentes têm direito a um mundo feito em equilíbrio.

segunda-feira, 25 de agosto de 2008

Um pouco de Vinícius

Como dizia o poeta
Quem já passou por essa vida e não viveu
Pode ser mais, mas sabe menos do que eu
Porque a vida só se dá pra quem se deu
Pra quem amou, pra quem chorou, pra quem sofreu
Ah, quem nunca curtiu uma paixão nunca vai ter nada, não
Não há mal pior do que a descrença
Mesmo o amor que não compensa é melhor que a solidão
Abre os teus braços, meu irmão, deixa cair
Pra que somar se a gente pode dividir
Eu francamente já não quero nem saber
De quem não vai porque tem medo de sofrer
Ai de quem não rasga o coração, esse não vai ter perdão
Quem nunca curtiu uma paixão, nunca vai ter nada, não
Vinícius de Moraes